APASCENTA AS MINHAS OVELHAS. Jesus (João 21:17)

APASCENTA AS MINHAS OVELHAS.  Jesus (João 21:17)
"APASCENTA AS MINHAS OVELHAS" JESUS (Jo 21:17)

domingo, 23 de junho de 2019

MATEUS 7:15 A 20 - ACAUTELAI-VOS DOS FALSOS PROFETAS QUE VEM ATÉ VÓS VESTIDOS DE OVELHAS MAS POR DENTRO SÃO LOBOS DEVORADORES,

15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
16 Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.



PELOS FRUTOS 

“Por seus frutos os conhecereis..”  Jesus (Mateus, 7:16) 

Nem pelo tamanho. 
Nem pela configuração. 
Nem pelas ramagens. 
Nem pela imponência da copa. 
Nem pelos rebentos verdes. 
Nem pelas pontas ressequidas. 
Nem pelo aspecto brilhante. 
Nem pela apresentação desagradável. 
Nem pela antiguidade do tronco. 
Nem pela fragilidade das folhas. 
Nem pela casca rústica ou delicada. 
Nem pelas flores perfumadas ou inodoras. 
Nem pelo aroma atraente. 
Nem pelas emanações repulsivas. 
Árvore alguma será conhecida ou amada pelas aparências exteriores, mas
sim pelos frutos, peja utilidade, pela produção. 
Assim também nosso espírito em plena jornada... 
Ninguém que se consagre realmente à verdade dará testemunho de nós pelo 
que parecemos, pela superficialidade de nossa vida, pela epiderme de nossas atitudes ou expressões individuais percebidas ou  apreciadas de passagem, mas sim pela substância de nossa colaboração  no progresso comum, pela importância de nosso  concurso no bem geral. 
— "Pelos frutos os conhecereis" — disse o Mestre. 
— "Pelas nossas ações seremos conhecidos" — repetiremos nós.
EMMANAUEL - FONTE VIVA



NOSSAS OBRAS 

Nossas obras são os sinais que endereçamos ao mundo que nos cerca. 
Por elas, criamos, no círculo em que vivemos, pensamentos, palavras e ações que, por força da Lei, reagem sobre nós, deprimindo-nos ou levantando-nos, iluminando-nos o coração ou obscurecendo-nos a mente, segundo o bem ou o mal em que se estruturam. 
Não te esqueças de que a nossa trajetória, entre as criaturas, fala silenciosamente por nosso espírito. 
Não é preciso que a nossa língua se desarticule na exposição desvairada do sofrimento, para recebermos a cooperação dos nossos vizinhos, porque se a nossa plantação de simpatia e trabalho está bem tratada, a assistência espontânea do próximo vem, de imediato, ao nosso encontro. 
Por outro lado, não é necessário o nosso mergulho nas alegações brilhantes do desculpismo, para inocentar-nos à frente dos outros, porque, se as nossas obras não são recomendáveis, a própria vida, na pessoa dos nossos semelhantes, no relega a transitório abandono, a fim de que, na consequência purgatorial de nossos próprios erros, venhamos a curtir a provação amarga que nos restaurará o equilíbrio à maneira de remédio precioso e salutar. 
Não olvides que os nossos atos são as legítimas expressões do idioma pessoal, no campo do mundo. 
Faze o bem e a luz sorrirá com a tua alegria. 
Faze o mal e dor chorará com as tuas lágrimas. 
Disse Jesus: - “Pelos frutos conhecereis...” e, consoante os princípios que nos regem a luta, as nossas próprias obras falarão por nós, à frente da Humanidade, decretando a nossa ascensão ou a nossa queda, nossa bem-aventurança ou nossa aflição.
EMMANUEL - ABENÇOA SEMPRE



BENÇÃO DE DEUS 

“Assim toda árvore boa produz bons frutos”  Jesus (Mateus, 7: 17) 

“Venho, meus irmãos e meus amigos, trazer­vos o meu óbolo, a fim de vos ajudar a avançar, desassombradamente, pela senda do aperfeiçoamento em que entrastes. Nós nos devemos uns aos outros; somente pela união sincera e fraternal entre os Espíritos e os encarnados será possível a regeneração.” (Cap. XVI, Item 14)

Muitas vezes, criticamos o dinheiro, malsinando-­lhe a existência, no entanto, é lícito observá-­lo através da justiça. 
O dinheiro não compra a harmonia, contudo, nas mãos da caridade, restaura o equilíbrio do pai de família, onerado em dívidas escabrosas. 
Não compra o sol, mas nas mãos da caridade, obtém o cobertor, destinado a aquecer o corpo enregelado dos que tremem de frio. 
Não compra a saúde, entretanto, nas mãos da caridade, assegura proteção ao enfermo desamparado. 
Não compra a visão, todavia, nas mãos da caridade, oferece óculos aos olhos deficientes do trabalhador de parcos recursos. 
Não compra a euforia, contudo, nas mãos da caridade, improvisa a refeição devida aos companheiros que enlanguescem de tome. 
Não compra a luz espiritual, mas, nas mãos da caridade, propaga a página edificante que reajusta o pensamento a tresmalhar-­se nas sombras. 
Não compra a fé, entretanto, nas mãos da caridade, ergue a esperança junto de corações tombados em sofrimento e penúria. 
Não compra a alegria, no entanto, nas mãos da caridade, garante a consolação para aqueles que choram, suspirando por migalha de reconforto. 
Dinheiro em si e por si é moeda seca ou papel insensível que, nas garras da sovinice ou da crueldade é capaz de criar o infortúnio ou acobertar o vício. 
Mas o dinheiro do trabalho e da honestidade, da paz e da beneficência, que pode ser creditado no banco da consciência tranquila, toda vez que surja unido ao serviço e à caridade, será sempre bênção de Deus, fazendo prodígios.
EMMANUEL LIVRO DA ESPERANÇA



FRUTOS 
"Portanto, pelos seus frutos os conhecereis." - Jesus. (Mateus. Capítulo 7, versículo 20.)

O mundo atual, em suas elevadas características de inteligência, reclama frutos para examinar as sementes dos princípios. 
O cristão, em razão disso, necessita aprender com a boa árvore que recebe os elementos da providência divina, através da seiva, e converte-os em utilidades para as criaturas. 
Convém o esforço de auto-análise, a fim de identificarmos a qualidade das próprias ações. 
Muitas palavras sonoras proporcionam simplesmente a impressão daquela figueira condenada. 
É indispensável conhecermos os frutos de nossa vida, de modo a saber se beneficiam os nossos irmãos. 
A vida terrestre representa oportunidade vastíssima, cheia de portas e horizontes para a eterna luz. 
Em seus círculos, pode o homem receber diariamente a seiva do alto, transformando-a em frutos de natureza divina. 
Indiscutivelmente, a atualidade reclama ensinos edificantes, mas nada compreenderá sem demonstrações práticas, mesmo porque, desde a antiguidade, considera a sabedoria que a realização mais difícil do homem, na esfera carnal, é viver e morrer fiel ao supremo bem.
EMMANUEL - CAMINHO VERDADE E VIDA




NAS DIRETRIZES DO EVANGELHO 

“Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” — JESUS (Mateus, 7.20)

O Senhor não nos induziu a conhecer o valor da árvore pelas exterioridades ou dificuldades de sua vinculação com a terra. 
Não pela configuração morfológica do tronco. 
Nem pelo tecido da folhagem. 
Nem pelas flores. 
Não mandou se lhe pesquisasse os defeitos de apresentação, muitas vezes criados pela fúria das tempestades que o exame posterior dos melhores botânicos não consegue determinar. 
Nem recomendou se lhe fixassem as desvantagens causadas pelos insetos que lhe carcomem as energias e que os obreiros do bem saberão extirpar a preço de amor. 
Nem exigiu se inventariasse o número dos viajores que lhe espancaram ou quebraram os ramos a fim de se lhe apropriarem dos recursos. 
O Mestre apenas anunciou que a árvore será sempre conhecida pelos frutos. 
Quando as circunstâncias nos impelirem a julgar ou analisar os irmãos de experiência e caminho esqueçamos as figurações passageiras que repontem no lado externo da vida e recordemos o ensino de Jesus: “Pelos frutos os conhecereis.”
EMMANUEL - SEGUE-ME



FRUTO E EXEMPLO 

Revela-se a árvore na gleba em que se desenvolve por valioso conjunto de utilidades, quais sejam: 
A seiva de que se nutre; 
As frondes que albergam ninhos; 
A flor que perfuma; 
A sombra que ameniza; 
O aspecto que balsamiza; 
O lenho que reaquece. 
Todavia, se não estende o fruto que lhe assinala a espécie, no socorro às criaturas que lhe observam o crescimento, terá desertado do objetivo fundamental a que se destina, reprovando a si mesma na solidão e na esterilidade. 
Assim também o homem, no campo da luta em que se estagia, destaca-se por toda uma equipe de qualidades que lhe marcam a rota, como sejam: 
A força com que se eleva; 
A inteligência com que domina;
As ligações afetivas com que se associa a outros seres; 
O ideal que se inflama; 
O verbo que o manifesta; 
A compreensão com que se orienta; 
O entusiasmo de sonhar e realizar que lhe distingue os impulsos. 
Entretanto, se foge à ação construtiva do exemplo nobre com que se exprimirá no edifício do progresso de todos, em favor dos irmãos que lhe buscam inspiração e modelo, em verdade terá perdido o ensejo divino para que foi trazido à existência, sentenciando-se à frustração. 
No reino vegetal, todo o paciente esforço da árvore, sob o império das estações, tende à produção do fruto com que se desincumbirá do compromisso máximo, à frente da natureza; e no campo humano todas as atividades laboriosas do espírito, sob o domínio da experiência, visam à demonstração do exemplo renovador com que enriquecerá a economia da vida, através dos valores físicos ou espirituais. 
Vigiemos as nossas próprias ações no santuário das horas de cada dia, porque para todos nós prevalece o aviso de Jesus quando asseverou, convincente:
- "Pelos frutos conhecê-los-eis."
EMMANUEL - PLANTÃO DA PAZ  



NO CAMPO DA VIDA 

Se o Evangelho nos ensina que a árvore é conhecida por seus frutos, transformemos cada dia em planta preciosa de nossa oportunidade. 
Para isso, meus irmãos, cada noite, indaguemos sobre o resultado de nossas horas. 
Que frutos recolhemos de nossas conversações? 
Que benefícios semeamos no espírito dos nossos semelhantes? 
Que atitudes assumimos para com os nossos amigos? 
Quantas vezes esquecemos o mal desculpado-lhes os portadores sinceramente? 
Que serviços foram efetuados por nossas mãos? 
Teremos sido uma presença proveitosa para quem nos segue? 
Conseguimos extinguir, em torno de nossa lavoura espiritual, os vermes da maledicência e os gafanhotos da crueldade? 
Como teremos vivido nossos minutos? 
Como alguém que chora, perdendo o tempo, ou qual o servidor vigilante que conhece o valor dos segundos, na obra que lhe cabe fazer? 
Quantas vezes teremos doado algo de bom aos outros, para poder pedir aos outros que nos auxilie? 
Que espécie de exemplos estamos oferecendo? 
Que resultados produzem a nossa conduta e o nosso esforço no ambiente doméstico e na área social? 
Teremos fugido, durante o dia, ao gelo da preguiça e à ventania da cólera? 
Estaremos valorizando o lugar que ocupamos, em nome do Senhor? 
Não nos esqueçamos de semelhantes indagações e saibamos viver o bem, de maneira constante, porque cada dia é principio de “tempo novo” para nossa alma e a Sabedoria Divina nos julgará, acima de tudo, não por nossas palavras vazias ou por nossos votos brilhantes, e, sim, pela produção de atos, com que nos expressamos no grande e abençoado caminho para a vida mais alta, porque se o verbo é o elemento que nos define, as demonstrações e os fatos constituem a força que fala por nós, agora e incessantemente.
EMMANUEL - RECONFORTO



AUTOAPRIMORAMENTO 

Tanto quanto sustentamos confidências menos felizes com os outros, alimentamos aqueles do mesmo gênero de nós para nós mesmos. 
Como vencer os nossos conflitos interiores? 
De que modo eliminar as tendências menos construtivas que ainda nos caracterizam a individualidade? 
- indagamo-nos. 
De que modo esparzir a luz se muitas vezes ainda nos afinamos com a sombra? E perdemos tempo longo na introspecção sem proveito, da qual nos afastamos insatisfeitos ou tristes. 
Ponderemos, entretanto que os doentes estivessem proibidos de trabalhar, segundo as possibilidades que lhes são próprias, e se os benefícios da escola fossem vedados aos ignorantes, não restaria à civilização outra alternativa que não a de se extinguir, deixando-se invadir pelos atributos da selva. 
Felicitemo-nos pelo fato de já conhecer as nossas fraquezas e defini-las. 
Isso constitui um passo muito importante no Progresso Espiritual, porque, com isso, já não mais ignoramos onde e como atuar em auxílio da própria cura e burilamento. 
Que somos espíritos endividados perante as Leis Divinas, em nos reportando a nós outros, os companheiros em evolução na Terra, não padece dúvida. 
Urge, porém, saber como facear construtivamente as necessidades e problemas do mundo íntimo. 
Reconhecemo-nos falhos, em nos referindo aos valores da alma, ante a Vida Superior, mas abstenhamo-nos de chorar inutilmente no beco da auto piedade. Ao invés disso, trabalhemos na edificação do bem de todos. 
Cultura é a soma de lições infinitamente repetitivas no tempo. 
Virtude é o resultado de experiências incomensuravelmente recapituladas na vida. 
Jesus, O Mestre dos Mestres, apresenta uma chave simples para que se lhe identifiquem os legítimos seguidores: “conhecê-los-eis pelos frutos”. Observemos o que estamos realizando com o tesouro das horas e de que espécie são as nossas ações, a benefício dos semelhantes. 
E, procurando aceitar-nos como somos, sem subterfúgios ou escapatórias, evitemos estragar-nos com queixas e auto condenação, diligenciando buscar, isto sim, agir, servir e melhorar-nos sempre. 
Em tudo o que sentirmos, pensarmos, falarmos ou fizermos, doemos aos outros o melhor de nós, porque Deus nos conhecerá pelos bons frutos que produzirmos.

EMMANUEL - RUMO CERTO



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O EVANGELHO TRAZ PAZ AO CORAÇÃO E ALIMENTO PARA A ALMA.

ENTENDER O EVANGELHO É SITUA-LO EM NOSSA VIDA ÍNTIMA!

AOS ORADORES DO EVANGELHO, PARA QUE NOSSA TAREFA SEJA DE ACORDO COM O ESPERADO POR JESUS!

“APASCENTA AS MINHAS OVELHAS” – JESUS. (JOÃO, 21:17)

Significativo é o apelo do Divino Pastor ao coração amoroso de Simão Pedro para que lhe continuasse o apostolado.

Observando na Humanidade o seu imenso rebanho, Jesus não recomenda medidas drásticas em favor da disciplina compulsória.

Nem gritos, nem xingamentos.

Nem cadeia, nem forca.

Nem chicote, nem vara.

Nem castigo, nem imposição.

Nem abandono aos infelizes, nem flagelação aos transviados.

Nem lamentação, nem desespero.

“Pedro, apascenta as minhas ovelhas! “

Isso equivale a dizer: - Irmão, sustenta os companheiros mais necessitados que tu mesmo.

Não te desanimes perante a rebeldia, nem condenes o erro, do qual a lição benéfica surgirá depois.

Ajuda ao próximo, ao invés de vergastá-lo.

Educa sempre.

Revela-te por trabalhador fiel.

Sê exigente para contigo mesmo e ampara os corações enfermiços e frágeis que te acompanham os passos.

Se plantares o bem, o tempo se incumbirá da germinação, do desenvolvimento, da florescência e da frutificação, no instante oportuno.

Não analises, destruindo.

O inexperiente de hoje pode ser o mentor de amanhã.

Alimenta a “boa parte” do teu irmão e segue para adiante.

A vida converterá o mal em detritos e o Senhor fará o resto.

(Texto número 19, extraído do livro Fonte Viva, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)


IRMÃOS, RESPONSÁVEIS PELA ORATÓRIA DO EVANGELHO E DA APROXIMAÇÃO DOS OUVINTES ÀS MENSAGENS DE JESUS,

NÃO NOS ESQUEÇAMOS DO PEDIDO DO MESTRE,

APASCENTEMOS AS OVELHAS COM A DOÇURA POSSÍVEL,

COM A CONFIANÇA NECESSÁRIA,

E PRINCIPALMENTE COM O AMOR QUE DEVEMOS À QUEM ESPERA DE NÓS,

APENAS, QUE FAÇAMOS A NOSSA PARTE.

VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES: COMO FUNCIONAM AS VIBRAÇÕES E AS PRECES FEITAS PARA OS NECESSITADOS?

A CURA ATRAVÉS DAS VIBRAÇÕES

Certa moça, contrariada em suas inclinações, havia-se casado com um homem a quem não amava.

A mágoa que sofreu levou-a a um distúrbio mental.

Sob o domínio de uma ideia fixa, perdeu a razão e teve de ser internada.

Ela jamais ouvira falar de Espiritismo.

Se dele se tivesse ocupado teriam dito que os Espíritos lhe haviam transtornado a cabeça.

O mal provinha, assim, de uma causa moral acidental e exclusivamente pessoal.

Compreende-se que em tais casos os remédios normais nenhum efeito produzem, e como não havia obsessão, podia-se, também, duvidar do efeito da prece.

Um amigo da família e membro da Sociedade Espírita de Paris, julgou dever interrogar um Espírito superior, que respondeu:

- A ideia fixa dessa senhora, por sua mesma causa, atrai em sua volta uma porção de Espíritos maus, que a envolvem com seus fluidos e alimentam as suas idéias, impedindo que lhe cheguem as boas influências.

Os Espíritos dessa natureza abundam sempre em semelhantes meios e constituem, sempre, obstáculo à cura dos doentes.

Contudo podereis curá-la, mas para tanto é necessário uma força moral capaz de vencer a resistência.

E tal força não é dada a um só.

Cinco ou seis espíritas sinceros se reúnam todos os dias, durante alguns instantes e peçam com fervor a Deus e aos bons Espíritos que a assistam; que a vossa prece seja, ao mesmo tempo, uma magnetização mental.

Para tanto não necessitais estar junto a ela, ao contrário.

Pelo pensamento podeis levar-lhe uma salutar corrente fluídica, cuja força estará na razão de vossa intenção, aumentada pelo número.

Por tal meio podereis neutralizar o mau fluido que a envolve.

Fazei isto: tende fé em Deus e esperai."

Seis pessoas se dedicaram a esta obra de caridade e, durante um mês não faltaram à missão aceita.

Depois de alguns dias a doente estava sensivelmente mais calma; quinze dias mais tarde a melhora era manifesta e agora voltou para sua casa em estado perfeitamente normal, ignorando ainda, como o seu marido, de onde lhe veio a cura.

A maneira de agir é aqui indicada claramente e nada teríamos a acrescentar de mais preciso à explicação dada pelo Espírito.

A prece não tem apenas o efeito de levar ao doente um socorro estranho, mas o de exercer uma ação magnética.

Que não poderia o magnetismo ajudado pela prece!

Infelizmente certos magnetizadores, a exemplo de muitos médicos, fazem abstração do elemento espiritual; vêem apenas a ação mecânica, assim se privando de poderoso auxiliar.

Esperamos que os verdadeiros espíritas vejam no fato mais uma prova do bem que podem fazer em circunstâncias semelhantes.

Allan Kardec

CAUSAS DA OBSESSÃO E MEIOS DE COMBATE-LA - REVISTA ESPÍRITA, JANEIRO DE 1863 - ALLAN KARDEC


PRECE POR ENTENDIMENTO

Senhor Jesus!

Auxilia-nos a compreender mais, a fim de que possamos servir melhor, já que somente assim as bênçãos que nos concedes podem fluir, através de nós, em nosso apoio e em favor de todos aqueles que nos compartilham a existência.

Induze-nos à prática do entendimento que nos fará observar os valores que, porventura, conquistemos, não na condição de propriedade nossa e sim por manancial de recursos que nos compete mobilizar no amparo de quantos ainda não obtiveram as vantagens que nos felicitam a vida.

E ajuda-nos, oh! Divino Mestre, a converter as oportunidades de tempo e trabalho com que nos honraste em serviço aos semelhantes, especialmente na doação de nós mesmos, naquilo que sejamos ou naquilo que possamos dispor, de maneira a sermos hoje melhores do que ontem, permanecendo em Ti, tanto quanto permaneces em nós, agora e sempre.

Assim seja.

Emmanuel : Francisco Cândido Xavier - Livro: Paciência

DEZ MANEIRAS DE AJUDAR COM SEGURANÇA

NÃO DISCUTA

Se você é aprendiz do Evangelho, não ignora que o Divino Mestre permanece atento, na redenção do mundo, e que devemos estar vigilantes na execução do serviço que nos compete.

NÃO CRITIQUE

Observemos o setor de nossas obrigações e realizemos o melhor na obra geral, usando as possibilidades ao nosso alcance.

NÃO RECLAME

Contentarmo-nos com o ato de servir é simples dever e quem centraliza a mente na tarefa que lhe é própria não dispõe de tempo para formular queixas inoportunas.

NÃO CONDENE

Reparemos a parte aproveitável nas situações difíceis e esqueçamos todo mal.

NÃO EXIJA

Coopere sem rogar a colaboração alheia, de vez que a responsabilidade pertence a todos e cada um de nós será examinado de acordo com as próprias obras.

NÃO FUJA

Jamais olvide que o problema é a lição da vida. O aluno que teme o ensinamento, descerá naturalmente à retaguarda.

NÃO SE PRECIPITE

Usemos a serenidade. O trabalhador que sabe aproveitar os minutos e respeitá-los, nunca sofre os castigos do tempo.

NÃO TEMA

Quando fixamos o cérebro e o coração em Cristo somos simples agentes d’Ele e quem cumpre a Vontade do Mestre, não deve nem pode recear coisa alguma.

NÃO SE ENGANE

Ninguém precisa aplicar os raios candentes na verdade, a propósito dos mínimos acontecimentos da vida, desfigurando a alegria que deve imperar nos domínios da sementeira e da esperança, mas não perca de vista o que é essencial ao seu progresso, à sua felicidade e à sua redenção para o grande caminho.

NÃO SE ENTRISTEÇA

Lembre-se de que o Nosso Mestre é o Salvador pela Ressurreição. Sofrimento, amargura e morte são sombras. A cruz do Amigo Divino era degrau para a Glória Celeste. Seja esse pensamento uma luz permanente em nossa alma que jamais deve abrir-se ao desânimo. A certeza de que somos os seguidores felizes do Cristo Imortal é para nós motivo de soberana resistência e de eterno júbilo.

André Luiz - Do livro Cartas do coração. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.


AS VIBRAÇÕES SEGUNDO DR BEZERRA DE MENEZES

AS VIBRAÇÕES SEGUNDO DR BEZERRA DE MENEZES
LIVRO:INICIAÇÃO ESPÍRITA - EDGARD ARMOND

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